quarta-feira, 1 de junho de 2011

Tacho de Coração de Frango


Boa tarde Pessoal.


A turminha que acompanha o meu blog, esta sempre me solicitando para que eu mostre algum prato que seja mais simples e rápido para se preparar.
Então para atender esta turma, resolvi colocar no meu blog um petisco bem fácil e rápido pra o preparo, justamente quando não temos a mão, muitos ingredientes sofisticados e uma visita inesperada resolvem aparecer.


Este prato é muito simples e fica uma delícia, é o Tacho de Coração de Frango, que com alguns poucos ingredientes juntos em um tacho (panela de yakissoba) fica um petisco a altura de grande festas ou reunião.

Ingredientes:


1kg de Coração de frango resfriado;
200g Cebola cortada em rodelas;
200g Pimentão verde picado;
100ml Molho Shoyo;
Sal a gosto;

Modo de preparo:


Deixe o coração de frango em uma tigela com água por 30 minutos antes de colocar na panela, pois assim é eliminado o excesso de sangue que costuma vir junto na embalagem. Coloque o coração no tacho e tempere com sal, após uns 15 minutos em fogo médio, quando os corações começarem a ficar sem água, adicione os outros ingredientes. Deixe o molho Shoyo por último, quando estiver quase pronto, pois assim ele fica mais escuro e realça o sabor. E pronto...!!!



Agora é só abrir uma cerveja e degustar o Tacho de Coração, uma dica é cortar pão francês em rodelas e colocar a mesa.

Uma dica é que você pode substituir o coração de frango por lingüiça calabreza, lombo de porco, salsicha ou outro tipo de carne que você mais goste.



Abraço a todos e espero que tenham gostado..... Até a próxima.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Arroz de Sobra com Legumes

Bom dia pessoal...!!!

Hoje vou fazer uma receita que vai atender o pedido do pessoal que gosta de comidas mais leves, e mais econômicas, com uma receita que criei em uma férias que minha mãe tirou em Santa cruz do Sul, lugar que tiver o privilégio de morar por 10 anos.
Santa Cruz do Sul é um dos principais núcleos da colonização alemã do Rio Grande do Sul. A colônia foi fundada por lei provincial em 6 de dezembro de 1847. Os primeiros habitantes da cidade vieram dos distantes lugares das regiões do Reno e da Silésia, em 1849. Eles se estabeleceram na Colônia Picada Velha, hoje conhecida como Linha Santa Cruz.
A povoação iniciou em 1849, no local então chamado de Faxinal de João Maria, em terras do barão de Cambaí, com a instalação de cinco famílias alemãs. A cidade foi oficialmente fundada em 31 de março de 1877, emancipada de Rio Pardo.
Santa Cruz do Sul é um município brasileiro no estado do Rio Grande do Sul, com .
A cidade é conhecida por ser a sede da maior Oktoberfest do Rio Grande do Sul, ser a sede do maior festival de arte amadora, segundo a UNESCO, o Encontro de Arte e Tradição e, pelo Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul.


Bom, vamos arregaçar as mangas e começar a cortar os ingredientes que serão o foco central desta receita.


Ingredientes:

200g batata branca picada
200g abobrinha branca picada
200g chuchu picada
200g cenoura picada
200g de cebola picada
300g de arroz de sobra (que sobrou do almoço)
300g de queijo mussarela
100g de pimentão verde (cortado em rodelas)
1 copo de requeijão fresco
1/2 xícara de azeita de oliva
1 dentes de alho
Sal a gosto


Modo de Preparo:

Numa panela grande, aqueça o óleo e coloque todos os ingredientes para dar uma dourada, e em seguida adicione água até cobrir os legumes por inteiro, como se fosse fazer uma sopa de legumes, mexendo às vezes. Junte o alho e ferva por uns 20 minutos ou até que os legumes comecem a ficar macios. Tempere com o sal e retire do fogo.


Em uma travessa de vidro, coloque o arroz de sobre, os legumes sem o caldo, e cubra com uma generosa camada de requeijão. Em seguida forre tudo a travessa com queijo mussarela, um pitada de orégano, e para enfeitar coloque os pimentões cortados em rodela por cima, e coloque no forno pré aquecido por 10 minutos.
Como acompanhamento a sugestão é só fazer uns filé de gado com bacon enrolado e por cima colocar um sache de molho madeira. É simples e prático, e fica uma delícia.


Para beber, um vinho tinto, que sempre cai bem para momento que você goste de reunir a família em torno da mesa, para falar dos acontecimentos do dia, ou pra falar qualquer bobagem já serve como pretexto.

Sirvam-se e aprecie este prato que foi elaborado com muito pouco colesterol e é uma ótima pedida para o inverno que já está batendo a nossa porta.

Bom apetite.....!!!!!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Camarão ao Alho e Óleo




Boa tarde pessoal.

Este receita, eu dedico a minha mãe que infelizmente no último dia 28 de dezembro acabou nos deixando, e foi nos cuidar junto aos anjos. Ela simplesmente adorava esta receita de Camarão ao Alho e Óleo, sempre falava que um dia moraria perto do mar para que pudesse desfrutar desta maravilha mais vezes durante a sua vida. E realmente gostava muito do mar, acho que era filha de Iemanjá, adorava pular as 7 ondas, lógico quando ainda estava apta para dar “pulinhos”. Ela gostava tanto do mar que nos deixou justamente quando estávamos veraneando em umas férias em Capão da Canoa, uma praia do litoral norte do Rio Grande do Sul. Ela ainda não a conhecia, e adorou comer a beira mar, um pastel de camarão com um refrigerante Ligth, pois tinha diabetes e tinha que se cuidar.

Deixando assim, muitas saudades !!!!

Por isso, hoje pra desabafar um pouco e lembrar da minha mãe Ana Luiza, este prato eu dedico a ela, uma mulher que lutou como uma leoa, pra defender suas crias, e ao mesmo tempo nos ensinou que sempre devemos ajudar uns aos outros, fazer o bem, sem esperar nada em troca. E lógico, foi ela que me incentivou na minha vida toda, tanto nos estudos, quanto neste hobby que eu adoro, a arte de cozinhar.

Bom, vamos por a mão na massa. Quero dizer nos crustáceo...... O termo camarão (do latim cammārus, caranguejo do mar, camarão, lagostim, derivado do grego kámmaros, ou kámmoros) é a designação comum a diversos crustáceos da ordem dos decápodes, podendo ser marinhos ou de água doce. Tais crustáceos possuem o abdome longo, corpo lateralmente comprimido.

Ingredientes:

1.200 kg camarão médio
1/2 xícara de óleo
10 dentes de alho
Sal a gosto

Modo de Preparo:

Modo de preparo: Numa frigideira, aqueça o óleo e frite os camarões por um minuto, mexendo às vezes. Junte o alho e refogue por mais seis minutos ou até os camarões ficarem avermelhados. Tempere com o sal e retire do fogo.


Simples assim, não acham?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Lombo Recheado ao Molho de Mostarda com Alcaparras


Uma comida sofisticada, chique e também muito apetitosa é o Lombo recheado ao molho de alcaparras, é um prato muito bom e muito agradável para se servir as visitas e nas comemorações de final de ano.


É uma carne de boi ou porco que teve sua origem nas mesas Brasileiras aqui no Sul, mas se alastrou pelo Brasil a fora com uma grande intensidade e hoje é um sucesso nas mesas brasileiras e também está se passando para o mundo, e a mistura dos recheios deu uma ênfase a mais para a receita do lombo, esse costume de rechear de comer com abundancia e fartura é algo bem brasileiro e isso é bom, pois desperta a criatividade de muitos a criarem novos pratos deliciosos como esse do Lombo recheado que é divino e com um sabor sem igual, até de pensar já dá água na boca.


Então para você conhecer mais da culinária do sul e para você ter em sua mesa um prato super apetitoso e gostoso, eu irei passar a receita passo a passo pra vocês, então pegue a caneta e o caderno e vamos anotar a receita que rende o suficiente para oito pessoas se fartarem e que se for feita para convidados com toda a certeza eles voltaram mais vezes para se deliciar com o Lombo recheado, agora vamos a receita e mão na massa para preparar uma das melhores receitas feitas com carne do Brasil:


Ingredientes para o lombo:1 lombo de porco de 2 kg
2 colheres (de sopa) de sucode limão
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Ingredientes para o recheio:1 xícara de linguiça defumada picada (150 gramas)
1 copo de requeijão
1 dente de alho amassado
1 cebola média picada
1 colher (de sopa) de salsinha picada
Sal e pimenta-do-reino a gosto
3 colheres (de sopa) de azeitonas verdes picadas
2 colheres de cebolinha verde picada
2 ovos bem cozidos, picados

Ingredientes para o molho:
1 pote de mostarda a seu gosto
1 fraco de alcaparras
1 dente de alho amassado
1 cebola pequena picada
1 colher (de sopa) de salsinha picada

Modo de preparo:Com uma faca, abra o lombo formando um bife grande. Bata um pouco para achatar. Tempere com o suco de limão, sal e pimenta a gosto e Reserve.




Em uma frigideira, coloque a linguiça, o alho, a cebola, a salsinha e a cebolinha verde e frite em fogo alto, mexendo, por cerca de 5 minutos. Retire do fogo e acrescente o ovo, a azeitona, o sal e pimenta a gosto. Coloque a mistura dentro do lombo juntamente com o requeijão. Amarre com barbante ou prenda com palitos, ou ainda enrole em papel alumínio para manter o lombo bem macio.
Coloque em uma assadeira e leve ao forno, regando com água aos poucos, por 2 horas, ou até a carne ficar dourada. Para o molho, coloque o pote de mostarda m um frigideira e adicione a cebola, o alho a salsa e por último, quando estiver quase levantando fervura, adicionar as alcaparras Coloque em um refratário, corte em fatias eu deixe inteiro para colocar o molho e sirva.

Dicas:Rendimento para 8 pessoas.
Um segredinho para que a carne fique úmida e macia é colocar junto com o recheio sugerido legumes préviamente cortados em tiras de 1 centimetro e cozidos levemente como cenouras, pimentões coloridos, etc. Servir com um arroz e uma salada verde.
Bom apetite a todos, e espero que tenham gostado !!!!!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Paella Riograndense

A Terra Natal deste prato é a região de Valência, na costa leste da Espanha.

Ele surgiu como alimento dos camponeses, nos séculos XV e XVI, quando saíam para o trabalho rural, levando arroz, óleo de oliva e sal, além do recipiente para cozinhar: uma panela redonda com alças, ampla e rasa chamada de "Paella". Esse formato facilitava o mexido do arroz e seus componentes durante o preparo, proporcionando um cozimento por igual.

Como a origem desta verdadeira delícia está fortemente relacionada ao campo, incorporavam à receita do prato os ingredientes que encontravam, tais como, carne de caça, sobretudo de lebre e de pato, legumes da estação e açafrão (nobre especiaria) retirada das flores, dando o colorido amarelado ao arroz. Passado algum tempo, a Paella difundiu-se e alcançou o litoral. Aí acrescentou-se os frutos do mar: camarões, lulas, vôngoles, mexilhões, lagostins e polvo, tornando-o um prato misto (terra e mar). A origem da Paella vem do latim "Patella", bandeja usada na antiga Roma destinada às oferendas aos Deuses, nos rituais de fecundação da terra.

A Paella é um prato festivo que os Espanhóis saboreiam em datas marcantes como: casamentos, aniversários, batizados, feriados religiosos e finais de semana. Daí a sua difusão nos pampas gaúchos na época da colonização do novo mundo. Este prato acabou sendo adotado pelo povo que vivia nas fronteiras do Tratado de Tordesilhas onde espanhóis e portugueses conviviam no sul do país.

Por ser fácil de fazer, e evolver uma mistura de carnes, aqui no sul era servido para as tropas farroupilhas a fim de agradar os soldados que se revoltaram contra o Brasil império.

Por este motivo, nada melhor que reunir os amigos em um galpão gaudério para provar este delicioso prato campeiro, rico em cultura e em sabor da terra Rio Grandense.

É na cultura, na memória e na história que formamos a estirpe de um povo. São através de nossos mitos, de nossos ritos, que formamos a noção de nosso presente.

"Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo."

(Trecho do Hino Riograndense)

Bom Vamos colocar a mão na massa...!!!

Ingredientes:

150 g de linguiça fina.
150 g de linguiça calabresa.
200 g de carne de rês.
150 g de carne de porco.
150 g de coração de galinha.
200 g de carne de ovelha.
50 g de bacon.
50 g de banha de porco.
1/2 pimentão verde.
1/2 pimentão vermelho.
1/2 pimentão amarelo.
1 lata de milho.
1/2 copo de vinho.
3 folhas de couve.
2 colheres de colorau.
Suco de 1/2 limão.
1 cebola média.
1 caneca de arroz.
3 canecas de água.



Modo de Preparo:

Primeiro coloque a banha numa panela ampla ou num disco de arado. Depois vá colocando as carnes picadas nesta ordem: bacon, porco, linguiça fina, linguiça calabresa, ovelha, coração de galinha e por último rês (gado). Depois coloque o pimentão, das três cores (bandeira riograndense). Depois coloque o colorau, o vinho e o limão. Logo em seguida quando pegar a cor do tempero colocar o milho e a cebola. Acrescente o arroz e a água. Pro último colocar a couve picada em tiras por cima de tudo e deixar borbulhar o caldeirão. Sirva e divida esta emoção com seus amigos.

Bom apetite e "Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra".....



terça-feira, 20 de julho de 2010

Vaca Atolada

A Vaca atolada é um prato típico da comida caipira, tem como principais ingredientes a costela bovina e mandioca, muito popular em Minas Gerais e outras regiões do Brasil.
Tropeiros valeparaibanos carregavam no embornal carne mergulhada na gordura, o que garantia alimento por um bom tempo, sem deteriorar. Ao longo das trilhas colhiam mandioca, assim podendo misturá-las e cozinhar junto com as carnes, uma comida forte e boa para dias mais frios da serra.
Ao se dirigirem às Minas Gerais, transpondo a Serra da Mantiqueira por terrenos íngremes, frios, irregulares, úmidos e principalmente nos períodos de chuvas, o que tornava o solo alagadiço, o gado encalhava e não prosseguia, havia então o momento de remanejamento dos animais, o descanso da tropa e sua alimentação. Assim sendo, foi batizado esse alimento como Vaca Atolada.
No entanto, a receita de Vaca Atolada é tradicionalmente feita com costelas de boi, uma carne que não era aproveitada para compor a comida dos viajantes, e nem servia para fazer o charque ou carne seca. Mas provavelmente é que seja uma comida preparada após o abate do gado, cozinhando as costelas e sua gordura com pedaços de aipim e cebolas.
Agora que o papo cultural findou, vamos ao que interessa. Ao preparo do prato, lógico e ao degustar de um prato quente e calórico, ótimo pra compor a mesa neste inverno.
Ingredientes:
-1 e 1/2kg de costela de vaca sem gordura
-1 e 1/2kg de aipin ou mandioca descascada
-6 dentes gdes de alho picadinhos
-1 cebola gde picada
-1 e 1/2 pacote de caldo de costela
-1/2 colher de café de açúcar
-4 colheres de sopa de óleo de soja
-1 litro de água fervente
-Sal a gosto  
Modo de Preparo:
Descasque as mandiocas e reserve. Limpe bem a costela retirando as gorduras (não toda, lógico), reserve. Em uma panela aqueça o óleo até atingir uma temperatura bem quente. Jogue o açúcar e deixe fritar até que fique bem escuro, jogue a costela e deixe fritar ate que fique bem moreninha, acrescente o alho e mexa bem até sentir a fragrância do alho.
Em seguida acrescente a cebola e permaneça mexendo sempre. Quando estiver bem misturado, acrescente aos poucos a água, os pacotes de caldo de costela, prove para verificar o sal(se estiver faltando acrescente ate dar o ponto), tampe a panela e deixe cozinhar por aproximadamente 50 min(se a carne for boa já estará cozida, senão volte ao fogo mais 15 min.).
Passado este tempo, abra a panela e verifique se a costela está no ponto(deve estar cozida mas não soltando do osso). Acrescente as mandiocas já cozidas na panela de pressão (pode ser feito na panela de ferro, porém demora mais para a mandioca se desmanchar). Sirva com arroz e uma salada básica, afinal é uma comida que requer toque de “verde” para compor a mesa.
Prove o Bom Apetite !!!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pizza no Forno à Lenha...

Boa Noite pessoal, hoje devido ao frio que esta fazendo aqui no Rio Grande do Sul, pensei em fazer um prato muito "calorico" e delicioso, pelo menos eu sou louco. Será uma bela rodada de Pizza no Forno à Lenha.


A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão-de-abraão", muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.Os fenícios, sete séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.
Tipos de pizza

A variedade de coberturas que se pode colocar sobre uma pizza é quase infinita, entretanto, algumas preparações são tradicionais e têm fiéis seguidores:
  • Quatro queijos: tomate, queijos mozzarella, gorgonzola, parmesão e catupiry, e azeitonas pretas (há variações em três e cinco queijos);

  • Calabresa: tomate, lingüiça (chouriço) calabresa, cebola e azeitonas pretas, queijo e orégano;


Fornalha: tomate, queijo mozzarella misturada com lingüiça (chouriço), bacan em cubos, alho picado, palmito em cubos e orégano;


  • Cebolinha na Manteiga com Calabresa: cebolinha refogada na manteiga, queijo mozzarella, quijo catupiri, rodelas de calabresa nas bordas e orégano;


  • Rúcula com Tomates Secos: queijo mozzarella e orégano, leve ao forno e deixe derreter o queijo, logo colocar umas folha interias de rúcula e por cima adicionar os tomates secos;

  • Alho e Ólho: molho de tomate, queijo mozzarella e orégano, uma cebola moida com 4 dentes de alho refogado com olho de soja;



Pessoal, lógico que as combinações são infinitas, porém uma pizza feito em um formo à lenha, é uma delícia e o queijo fica crocante e gratinado, derretendo na boca. Porém que não tem acesso au forno à lenha, um bom forno do fogão já serve, o bem mesmo é não ficar de fora neste inverno.
Espero que tenham gostado e apreciado a nova receitas do Jeffoli.


Abração