sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Paella Riograndense

A Terra Natal deste prato é a região de Valência, na costa leste da Espanha.

Ele surgiu como alimento dos camponeses, nos séculos XV e XVI, quando saíam para o trabalho rural, levando arroz, óleo de oliva e sal, além do recipiente para cozinhar: uma panela redonda com alças, ampla e rasa chamada de "Paella". Esse formato facilitava o mexido do arroz e seus componentes durante o preparo, proporcionando um cozimento por igual.

Como a origem desta verdadeira delícia está fortemente relacionada ao campo, incorporavam à receita do prato os ingredientes que encontravam, tais como, carne de caça, sobretudo de lebre e de pato, legumes da estação e açafrão (nobre especiaria) retirada das flores, dando o colorido amarelado ao arroz. Passado algum tempo, a Paella difundiu-se e alcançou o litoral. Aí acrescentou-se os frutos do mar: camarões, lulas, vôngoles, mexilhões, lagostins e polvo, tornando-o um prato misto (terra e mar). A origem da Paella vem do latim "Patella", bandeja usada na antiga Roma destinada às oferendas aos Deuses, nos rituais de fecundação da terra.

A Paella é um prato festivo que os Espanhóis saboreiam em datas marcantes como: casamentos, aniversários, batizados, feriados religiosos e finais de semana. Daí a sua difusão nos pampas gaúchos na época da colonização do novo mundo. Este prato acabou sendo adotado pelo povo que vivia nas fronteiras do Tratado de Tordesilhas onde espanhóis e portugueses conviviam no sul do país.

Por ser fácil de fazer, e evolver uma mistura de carnes, aqui no sul era servido para as tropas farroupilhas a fim de agradar os soldados que se revoltaram contra o Brasil império.

Por este motivo, nada melhor que reunir os amigos em um galpão gaudério para provar este delicioso prato campeiro, rico em cultura e em sabor da terra Rio Grandense.

É na cultura, na memória e na história que formamos a estirpe de um povo. São através de nossos mitos, de nossos ritos, que formamos a noção de nosso presente.

"Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo."

(Trecho do Hino Riograndense)

Bom Vamos colocar a mão na massa...!!!

Ingredientes:

150 g de linguiça fina.
150 g de linguiça calabresa.
200 g de carne de rês.
150 g de carne de porco.
150 g de coração de galinha.
200 g de carne de ovelha.
50 g de bacon.
50 g de banha de porco.
1/2 pimentão verde.
1/2 pimentão vermelho.
1/2 pimentão amarelo.
1 lata de milho.
1/2 copo de vinho.
3 folhas de couve.
2 colheres de colorau.
Suco de 1/2 limão.
1 cebola média.
1 caneca de arroz.
3 canecas de água.



Modo de Preparo:

Primeiro coloque a banha numa panela ampla ou num disco de arado. Depois vá colocando as carnes picadas nesta ordem: bacon, porco, linguiça fina, linguiça calabresa, ovelha, coração de galinha e por último rês (gado). Depois coloque o pimentão, das três cores (bandeira riograndense). Depois coloque o colorau, o vinho e o limão. Logo em seguida quando pegar a cor do tempero colocar o milho e a cebola. Acrescente o arroz e a água. Pro último colocar a couve picada em tiras por cima de tudo e deixar borbulhar o caldeirão. Sirva e divida esta emoção com seus amigos.

Bom apetite e "Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra".....



terça-feira, 20 de julho de 2010

Vaca Atolada

A Vaca atolada é um prato típico da comida caipira, tem como principais ingredientes a costela bovina e mandioca, muito popular em Minas Gerais e outras regiões do Brasil.
Tropeiros valeparaibanos carregavam no embornal carne mergulhada na gordura, o que garantia alimento por um bom tempo, sem deteriorar. Ao longo das trilhas colhiam mandioca, assim podendo misturá-las e cozinhar junto com as carnes, uma comida forte e boa para dias mais frios da serra.
Ao se dirigirem às Minas Gerais, transpondo a Serra da Mantiqueira por terrenos íngremes, frios, irregulares, úmidos e principalmente nos períodos de chuvas, o que tornava o solo alagadiço, o gado encalhava e não prosseguia, havia então o momento de remanejamento dos animais, o descanso da tropa e sua alimentação. Assim sendo, foi batizado esse alimento como Vaca Atolada.
No entanto, a receita de Vaca Atolada é tradicionalmente feita com costelas de boi, uma carne que não era aproveitada para compor a comida dos viajantes, e nem servia para fazer o charque ou carne seca. Mas provavelmente é que seja uma comida preparada após o abate do gado, cozinhando as costelas e sua gordura com pedaços de aipim e cebolas.
Agora que o papo cultural findou, vamos ao que interessa. Ao preparo do prato, lógico e ao degustar de um prato quente e calórico, ótimo pra compor a mesa neste inverno.
Ingredientes:
-1 e 1/2kg de costela de vaca sem gordura
-1 e 1/2kg de aipin ou mandioca descascada
-6 dentes gdes de alho picadinhos
-1 cebola gde picada
-1 e 1/2 pacote de caldo de costela
-1/2 colher de café de açúcar
-4 colheres de sopa de óleo de soja
-1 litro de água fervente
-Sal a gosto  
Modo de Preparo:
Descasque as mandiocas e reserve. Limpe bem a costela retirando as gorduras (não toda, lógico), reserve. Em uma panela aqueça o óleo até atingir uma temperatura bem quente. Jogue o açúcar e deixe fritar até que fique bem escuro, jogue a costela e deixe fritar ate que fique bem moreninha, acrescente o alho e mexa bem até sentir a fragrância do alho.
Em seguida acrescente a cebola e permaneça mexendo sempre. Quando estiver bem misturado, acrescente aos poucos a água, os pacotes de caldo de costela, prove para verificar o sal(se estiver faltando acrescente ate dar o ponto), tampe a panela e deixe cozinhar por aproximadamente 50 min(se a carne for boa já estará cozida, senão volte ao fogo mais 15 min.).
Passado este tempo, abra a panela e verifique se a costela está no ponto(deve estar cozida mas não soltando do osso). Acrescente as mandiocas já cozidas na panela de pressão (pode ser feito na panela de ferro, porém demora mais para a mandioca se desmanchar). Sirva com arroz e uma salada básica, afinal é uma comida que requer toque de “verde” para compor a mesa.
Prove o Bom Apetite !!!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pizza no Forno à Lenha...

Boa Noite pessoal, hoje devido ao frio que esta fazendo aqui no Rio Grande do Sul, pensei em fazer um prato muito "calorico" e delicioso, pelo menos eu sou louco. Será uma bela rodada de Pizza no Forno à Lenha.


A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão-de-abraão", muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.Os fenícios, sete séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.
Tipos de pizza

A variedade de coberturas que se pode colocar sobre uma pizza é quase infinita, entretanto, algumas preparações são tradicionais e têm fiéis seguidores:
  • Quatro queijos: tomate, queijos mozzarella, gorgonzola, parmesão e catupiry, e azeitonas pretas (há variações em três e cinco queijos);

  • Calabresa: tomate, lingüiça (chouriço) calabresa, cebola e azeitonas pretas, queijo e orégano;


Fornalha: tomate, queijo mozzarella misturada com lingüiça (chouriço), bacan em cubos, alho picado, palmito em cubos e orégano;


  • Cebolinha na Manteiga com Calabresa: cebolinha refogada na manteiga, queijo mozzarella, quijo catupiri, rodelas de calabresa nas bordas e orégano;


  • Rúcula com Tomates Secos: queijo mozzarella e orégano, leve ao forno e deixe derreter o queijo, logo colocar umas folha interias de rúcula e por cima adicionar os tomates secos;

  • Alho e Ólho: molho de tomate, queijo mozzarella e orégano, uma cebola moida com 4 dentes de alho refogado com olho de soja;



Pessoal, lógico que as combinações são infinitas, porém uma pizza feito em um formo à lenha, é uma delícia e o queijo fica crocante e gratinado, derretendo na boca. Porém que não tem acesso au forno à lenha, um bom forno do fogão já serve, o bem mesmo é não ficar de fora neste inverno.
Espero que tenham gostado e apreciado a nova receitas do Jeffoli.


Abração

sábado, 22 de maio de 2010

Moqueca de Peixe

Bom dia Pessoal.

Estou de volta com mais uma receita de dar água na boca. Vamos viajar agora para uma região do país rica na cúlinária e na cultura brasileira.


O Nordeste Brasileiro

Na época do Brasil Colônia, a região Nordeste foi o berço da colonização portuguesa no país, de 1500 até 1532, devido ao descobrimento por Pedro Álvares Cabral com o objetivo de colonização exploratória, que neste caso consistia em extrair pau-brasil, cuja tinta da madeira era utilizada para tingir as roupas da nobreza europeia. Com a criação das capitanias hereditárias, deu-se o início da construção da primeira capital do Brasil, Salvador, em 1549. Desde o início, foi criado o governo-geral no país com a posse de Tomé de Sousa.

A culinária nordestina é variada, refletindo, quase sempre, as condições econômicas e produtivas das diversas paisagens geoeconômicas dessa região. Frutos do mar e peixes são bastante utilizados na culinária do litoral, enquanto, no sertão, predominam receitas que utilizam a carne e derivados do gado bovino, caprino e ovino. Ainda assim, há várias diferenças regionais, tanto na variedade de pratos quanto em sua forma de preparo (por exemplo, no Ceará, predomina o mugunzá - também chamado macunzá ou mucunzá - salgado, enquanto, em Pernambuco, predomina o doce). No Maranhão, destaca-se oCuxá, Arroz de Cuxá, Bobó (comida feita de uma erva chamada vinagreira), o peixe pedra, e a deliciosa torta de camarão, bem ao estilo maranhense. Também no Maranhão se destaca o refrigerante Jesus ou guraná jesus que é patrimônio maranhense, já o Bolo-de-Rolo é patrimônio imaterial de Pernambuco. Algumas comidas típicas da região são: o baião -de-dois, carne de sol, o queijo de coalho, o vatapá, o acarajé, a panelada e a buchada, o arroz de coco, o feijão verde e o sururu, assim como vários doces feitos de mamão, abóbara, laranja, etc.

Neste último verão, tive a oportunidade de experimentar em loco, uma das expeciarías muito comum nos estados do nordeste, trata-se de um prato muito conhecido pela região e alvo uma uma infinidade de tipos e sabore, a Moqueca de Peixe.

A moqueca de peixe é de origem indígena, sendo originalmente preparada numa grelha de varas ou com apenas folhas de árvores cobertas por cinzas quentes (o que era chamado moquém). A primeira menção da moqueca num documento histórico foi numa carta do padre português Luís de Grã, datada de 1554. Em 1584, outro padre, Fernão de Cardim, comenta que eram "moqueados" peixes, batata, mangará, entre outros alimentos.


Ingredientes para moqueca de peixe

* 1 kg de peixe fresco (Badejo é mais comum, mas xerne, pescada amarela e namorado são opções) cortado em pedaços de 2 dedos de largura.
* 2 cebolas de tamanho médio cortadas em fatias circulares.
* 2 pimentões (um verde e outro vermelho) cortados em fatias circulares.
* 1 dente de alho amassado
* 2 batatas
* 4 tomates maduros picados
* 4 coentros com folhas bem picados
* 12 colheres de sopa de azeite de dendê
* 2 ovos cozidos
* Sal
* Pimenta
Modo de preparo da moqueca de peixe

1. Deixar o peixe numa marinada feita de suco de limão e pimenta por pelo menos 1 hora.
2. Colocar peixe, cebola, pepino, alho, tomate e coentro em várias camadas dentro de um caldeirão.
3. Jogar o azeite de dendê e leite de coco sobre tudo e deixar ferver por pelo menos 20 minutos. De tempo em tempo levar o líquido da parte de baixo do caldeirão para a de cima. Tomar cuidado para não quebrar o peixe.
4. Servir com arroz branco.



Prontinho, agora é só convidar uma pessoa especial e degustar com um bom vonho branco, ou se estiver muito quente, aquela cervejinha cai muito bem pra espantar o calor...


Abraço a todos e bom apetite

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Costelão Galdério

Pergunte para um gaúcho qual é o melhor tipo de churrasco que há, em 70% dos casos ele dirá que é o churrasco de costela. Sério. O pessoal aqui adora esse corte e, pensando bem, churrasco sem costela é como feijoada sem linguicinha ou acarajé sem pimenta.


Dentre as formas de fazer costela, a mais adorada, amada e alcóolatra é o Costelão Galdério , mas nem todo mundo sabe fazer. Sendo assim, vamos à receita:


1º passo – a compra da carne, do carvão e do sal grosso - Sim, escolher a carne é importante. Vá no açougue e peça uma costela inteira, daquelas de mais ou menos 8 quilos, com aproximadamente 2 palmos de largura e com um pouco de gordura, afinal é o que mantem o costelão suculento. Lembre-se, quanto mais rosada estiver a carne mais fresca ela se encontra.Peça para o açogueiro cortar fora a parte mais grossa da costela, isso vai facilitar em muito as etapas posteriores.


Compre dois ou três sacos de carvão ou arranje toras grossas de lenha. O fogo precisa manter-se aceso durante muitas horas (de 3 a 4 horas).



2º passo – convidar os amigos:
Um costelão de 8 quilos basta para oito pessoas. A costela se reduz muito então é isso aí mesmo. Não espere um rendimento maior, a não ser que você convide o Chuck Norris e o Sandro Goiano.


3º passo – comprar a cerveja: afinal são de 3 a 4 horas no fogo, e não vai ficar de bico seco este tempo todo, né?


4º passo – faça o fogo:
Coloque meio saco de carvão e acenda.

5º passo – espete e salgue a costela:
Use dois ou três espetos fortes. Deixe-os bem firmes, pois a carne vai trabalhar muito durante o assamento. Uma grelha grande e confiável substitui os espetos. Depois de espetada jogue sal grosso em cima da carne. Gaste um quilo de sal aqui.


6º passo – mantenha o fogo baixo:
Coloque a costela no fogo com o osso para baixo. Mantenha assim por 3 horas. Aproveite esse período para embebedar-se duas vezes. O fogo deve estar sempre baixo, portanto vá colocando mais carvão manualmente. Após 3 horas de fogo vire a costela.


7º passo – cure a bebedeira comendo:
Bata a costela para tirar o excesso de sal e sirva ela inteira em uma tábua de churrasco.




E Bom Apetite Pessoal !!!!!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Macarrão Com Strognoff de Coxinhas

Bem pessoal, aqui esta minha primeira receita pra vocês, o meu famoso Macarrão Com Coxinhas, Trata-se de uma Macarrão do tipo espaguete com um molho de strogonoff de frango com asinhas de frango dourados na manteiga..... confesso que eu adoro este prato.

Ingredientes para o strogonoff

  • 1 kg de coxinhas de frango
  • 1 limão
  • 250g de de cogumelos frescos ou em conserva
  • 200ml de molho de tomate peneirado
  • 1/2 xícara de creme de leite
  • 1 cebola
  • 2 dentes de alho
  • 1 colher de chá de pimenta do reino (de preferência moída na hora)
  • 1 colher de chá de sal
  • 4 colheres de sopa de óleo
  • 2 colheres de sopa de maizena
  • 1/4 xícara de água
  • 2 colheres de manteiga


Modo de Preparo:

Prepare o frango: Lave cada pedaço de frango em água corrente e fria se desejar. Com uma faca afiada, sobre uma tábua de corte, retire algum resto de gordura que tenha ficado nas pontas ou por debaixo. Coloque-os numa tigela e tempere com o sal, a pimenta e o suco do limão. Deixe pegando gosto por umas duas horas.

Prepare os condimentos: Descasque a cebola, lave-a e corte-a em pedaços pequenos. Descasque os dentes de alho, e esprema o alho com um espremedor ou corte bem pequenos.
Dilua completamente a maizena na água e reserve. Se usar cogumelos frescos, limpe-os com uma escovinha macia própria para legumes e se usar cogumelos em conserva escorra-os numa peneira. Depois corte-os em fatias e reserve. Os cogumelos frescos são maiores que os cogumelos em conserva, porém ao cozinhar diminuem de tamanho.

Prepare o strogonoff: Em uma panela grande ou frigideira funda com tampa coloque o óleo e a manteiga, coloque uma pitada de açúcar e deixe aquecer. Depois ponha quando estiver douradinho, junte o frango temperado a cebola e o alho e deixe dourar mexendo para não queimar, refogue e tempere a seu gosto. Deixe cozinhar com a panela tampada até que fique macio. Mexa de vez em quando para não grudar.

Por último acrescente os cogumelos cortados fininho e o molho de tomate, mexa e deixe cozinhar mais um pouco. Junte a maizena diluída e mexa até encorpar, ficar mais grosso. Só então junte o creme de leite e mexendo sempre sem deixar que ferva, misture-o homogeneamente.

Prepare o Macarrão a seu gosto e o deposite em uma travessa e cubra a mesmo com o Molho.


Sirva quente e acompanhado um sugestão é um bom chopp gelado, como o exemplo acima.
Um Bom Apetite !!!!!



sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Um Novo Espaço para a Gastronomia !!!


Oi Pessoal !!! Eu sou o Jefferson Oliveira, mas conhecido na minha região por Jeffoli, por isso no nome do Blog bem sugestivo... "Cozinhando com Jeffoli".

Hoje começa aqui, o mais novo espaço aberto para todas pessoas amantes da gastronomia, porque vamos combinar né!!!!! Não há coisa melhor que reunir os amigos em torno de uma mesa, para degustar novas receitas, bater papo, fazer aquele ritual de preparação dos pratos, como comprar os ingredientes, escolher as carnes, legumes, condimentos... enfim..... E no resultado final ver a expressão nos rostos deles, com seu prato que é feito com o máximo de carinho.

Um Grande Abraço a Todos e Sejam bem Vindos